CELEBRAÇÃO - 14/02/2018 - 15:19

Quaresma tem início nesta Quarta-Feira de Cinzas

Foto: Divulgação

Da redação, AJN1

Nesta quarta-feira de cinzas (14), tem início o período de Quaresma, em que os cristãos da igreja Católica se preparam espiritualmente para a celebração da Páscoa. Como o próprio nome sugere, a quaresma dura 40 dias e termina no Domingo de Ramos, festa católica que marca a entrada de Jesus em Jerusalém e que antecede o Domingo de Páscoa, que neste ano será celebrada no dia 1º de abril.

Na igreja católica, a cor litúrgica utilizada neste tempo é o roxo, um símbolo que demonstra aos fiéis que a quaresma é uma fase dedicada a penitência, oração e reflexão.

O Papa Francisco escreveu uma mensagem aos católicos de todo o mundo, com indicações para a Quaresma. “Convido todos a entrar neste tempo de conversão dando mais espaço nas vossas vidas à oração e à partilha com os mais pobres. Nestes 40 dias somos convidados, com a oração, o jejum e as obras de caridade, a ser cada vez mais uma só coisa com Cristo. Desejo a todos uma boa Quaresma”.

O jejum, para a Igreja Católica, é como uma recusa a algo desejável em prol de algo mais valioso: o relacionamento entre Deus e os homens. “Disponhamos os nossos corações para viver este tempo em união com Cristo que sofre, o qual, com a sua paixão e morte na cruz, nos redimiu, para que livres do pecado possamos participar na santidade do próprio Deus”, apelou.

Missas de Cinzas

Em Sergipe, centenas de católicos participaram da missa especial de Quarta-Feira de Cinzas em diversas igrejas. Durante a liturgia, o momento solene mais aguardado foi a benção das cinzas, quando os fiéis se dirigiram ao altar para receber o sinal da cruz feito com as cinzas dos ramos, momento de reflexão.

Campanha da Fraternidade

Confirmada para esta Quarta-feira de Cinzas, 14, às 16h30, a missa de abertura da Campanha da Fraternidade 2018, na Arquidiocese de Aracaju. A celebração será presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom João José Costa, no anexo da Rádio Cultura de Sergipe, rua Propriá, 222, mesmo local para onde foram transferidas as missas da Catedral Metropolitana.