CELEBRAÇÕES - 06/03/2019 - 07:37

Quarta-feira de cinzas marca início da Campanha da Fraternidade

Foto: Reprodução/Wesley Almeida/cancaonova.com

 

Da redação, AJN1

Com o tema “Fraternidade e Políticas Públicas” a Campanha da Fraternidade 2019 será aberta oficialmente em Sergipe nesta Quarta-feira de Cinzas (6), durante missa celebrada, às 16h30, pelo arcebispo metropolitano Dom João Costa. A celebração, que também marca o início do período da Quaresma, acontece na catedral metropolitana, que funciona temporariamente na rua Propriá. Outras duas missas – às 8h30 e 19h30 – também estão previstas para hoje na catedral.

De acordo com o arcebispo metropolitano, este ano a Campanha da Fraternidade tem como objetivo estimular a participação em políticas públicas, à luz da palavra de Deus e da doutrina social da Igreja, para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade. A Campanha ainda tem como lema uma passagem do profeta Isaías “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27). “Nessa questão de políticas públicas, o nosso papel é colaborar, fazendo a nossa parte, para que o direito e a justiça social, através das políticas públicas cheguem para todos”, ressaltou Dom João Costa.

Quaresma

O padre Marcelo Conceição, da Paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, no conjunto Orlando Dantas, lembrou que a Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, que é um convite a vivenciar o tripé da salvação: jejum, esmola e oração. “Não que pratiquemos apenas o jejum, a oração e a caridade nesses dias. Porém, nós a intensificamos nesses 40 dias, mergulhados na paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Nos fazemos pó para que na experiência da ressurreição de Jesus possamos fazer então a experiência de um novo tempo na nossa vida, uma nova realizada inaugurada pela ressurreição”.

O religioso lembrou que na simbologia da imposição das cinzas na fronte, o sacerdote também faz o convite ao arrependimento. “É um chamado a entender que a vida é passageira, não importa dinheiro, poder e posição social. Não importa quantos títulos acadêmicos nós galgamos, temos que entender que aqui somos passageiros. Somos pó e ao pó voltaremos”, afirma padre Marcelo Conceição.