- 10/02/2019 - 17:04

Não prospera



O pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar atos de magistrados brasileiro é o tema mais comentado em todos os cenários de comunicação e, também, mais ojerizado por integrantes  do Judiciário.  O pedido, com 27 assinaturas foi feita pelo senador eleito por Sergipe, Alessandro Vieira (PPS).  Há quem aposte que o pedido não prosperará, o que – convenhamos – é uma pena.

“Violência constitucional”

Na coluna Painel, da Folha de São Paulo, este sábado, o ministro aposentado Carlos Velloso, do Supremo Tribunal Federal, classificou a propositura de Alessandro  como uma “violência à Constituição”. Para ele, a CPI, batizada de lava toga é um “ativismo legislativo” e uma “ofensa à separação de Poderes”.

Ocupação de espaços

As 12 senadoras que compõem a bancada feminina no Senado consideram que, entre as estratégias a serem adotadas para se sobressaírem em meio à maioria masculina, é a ocupação de lugares de destaque e a atuação em temas muitas vezes atribuídos somente aos homens. Em entrevista a Agência Senado, elas defenderam que a bancada da Câmara,  que cresceu um pouquinho nesta legislatura, trabalhe em consonância com a do Senado para fortalecer mais a luta da mulherada no Congresso.

Pauta dos líderes

Os líderes partidários se reúnem na terça-feira (12) para tratar das votações da semana e também da reforma da Previdência. O texto que será enviado pelo Executivo vai começar a ser analisado pela Câmara dos Deputados, mas os senadores querem participar dos debates. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que os senadores sabem da urgência da reforma da Previdência. Por isso, o assunto deve ser debatido pela Casa ao mesmo tempo em que as mudanças estiverem em votação na Câmara.