A conselheira Susana Azevedo, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), acompanhada da equipe técnica, realiza nos quatorze municípios sob a jurisdição da Terceira Área de controle e inspeção, uma coleta de dados e informações que subsidiarão auditorias nas feiras livres. O foco principal é contribuir com melhorias para os feirantes, comerciantes e população, promovendo adequações para que esse tipo de comércio seja regulamentado e atenda aos padrões estabelecidos pela legislação nacional.
As condições de higiene, a ocupação dos espaços públicos, setorização dos produtos, organização e padronização das feiras serão observadas, além da acessibilidade, mobilidade e instalações dos banheiros.
A conselheira documentou o início das atividades com um ofício entregue ao prefeito de Aquidabã, Mário Lucena. Em seguida, visitou a feira livre da cidade para constatar pessoalmente os principais problemas. Todos dados coletados serão analisados pelos técnicos do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe e posteriormente apresentados aos prefeitos. “O foco é conscientizar os gestores sobre a importância do cumprimento das leis, por meio de modelos positivos e, se for o caso, por Termos de Ajustamento de Gestão”, Sérgio Augusto Mendonça, coordenador da Primeira CCI.
As visitas também visam o aprimoramento da legislação do TCE-SE, que deve passar por atualizações sobre o tema, estabelecendo as novas normas e padrões no auxilio dos jurisdicionados.
O que deve ser feito para evitar a obesidade infantil?
Os hábitos alimentares das crianças são formados ainda na barriga da mãe e se estendem nos primeiros anos de vida. Para evitar que se tornem adultos com excesso de peso (obesos ou com sobrepeso), os pais devem contribuir para que seus filhos tenham uma alimentação adequada e saudável.
A gestante deve optar por alimentos saudáveis, limitar o consumo de alimentos processados e evitar alimentos ultraprocessados. Saiba o que são alimentos processados e ultraprocessados no Guia Alimentar para a População Brasileira, disponível para download.
Antes dos dois anos, os pais não devem oferecer açúcar e alimentos ultraprocessados para seus filhos. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (2013) apontam que 60,8% das crianças menores de 2 anos comem biscoitos ou bolachas recheadas. Também devem manter distante dos pequenos suco de frutas e comidas industrializadas e refrigerantes.
Viviane recomenda ainda que seja evitado desde cedo o contato com realçadores de sabor e adoçantes artificiais. “A alimentação deve ser baseada em alimentos in natura e minimamente processados”, ressalta.
Atividade física ajuda no combate à obesidade infantil?
A prática de atividades físicas é fundamental para todas as etapas do desenvolvimento infantil e auxilia no equilíbrio do balanço energético e, consequentemente, na prevenção e tratamento da obesidade e de doenças relacionadas à obesidade nesta fase da vida.
“As crianças devem fazer exercícios com o corpo e não só com a mente e os dedinhos”, alerta a nutricionista, sobre a quantidade de horas que os pequenos gastam na frente de tablets e computadores. Além de evitar doenças crônicas, as atividades físicas auxiliam na melhora do rendimento escolar.
Fonte: MS