Sucessão estadual

Em conversa com esta colunista, um aliado do Governo do Estado revelou que o governador Belivaldo Chagas tem três cartas na manga – ou melhor três nomes – para o processo eleitoral sucessório: o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, o deputado federal Fábio Mitidieri e o conselheiro do Tribunal de Contas, Ulices Andrade. O primeiro, segundo a fonte, “tem feito boa gestão, mas não sabe fazer política”; o segundo, “faz as coisas acontecerem e tem se movimentado bem no cenário”. E o terceiro, “é muito bem quisto e sempre lembrado por todos, mas se reserva em virtude da função que ocupa”.

 

Escolha criteriosa

De acordo com a mesma fonte, além dos números das pesquisas feitas à época da pré-campanha, a escolha do candidato levará em conta a capilaridade eleitoral e, principalmente, a capacidade de agregar aliados em torno do projeto político.  Nessa perspectiva, os pretensos candidatos trabalharão firmemente para atrair nomes que tenham força política. A fonte cita como exemplo o ex-deputado federal André Moura, que vem sendo assediado por várias vertentes.

 

Créditos estranhos I

O Tribunal de Contas da União (TCU) fez levantamento para construir um método de fiscalização no Fundeb. O relatório apresentou o resultado das pesquisas realizadas nos extratos das contas correntes do Banco do Brasil beneficiárias do Fundo, no primeiro semestre de 2020. Levou-se conta tanto a titularidade dessas contas quanto a natureza dos créditos nelas realizados. A constatação não foi nada bacana.

Créditos estranhos II

Segundo os auditores, “pode ter havido desrespeito ao princípio de conta única e específica, pois alguns Estados e o Distrito Federal tiveram créditos estranhos ao Fundeb nesse tipo de conta”. Das 27 Unidades da Federação, apenas oito “não apresentaram créditos estranhos”: Acre, Alagoas, Ceará, Goiás, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Roraima.

Prazo prorrogado

A ministra Carmen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminares em favor de Sergipe e de outros Estados brasileiros para prorrogar o prazo para prestação de contas de recursos recebidos por intermédio da Lei Aldir Blanc. A matéria dispõe sobre auxílio destinado ao setor cultural durante a pandemia de Covid-19. O prazo terminaria no próximo mês de junho, mas foram suspensos até o julgamento do mérito da ação, sem ônus para os entes federados.

 

TOME NOTA

100 bilhões….

Em reais. Esse é o montante já garantido pelo Governo de Minas Gerais em investimentos privados. É um exemplo a ser seguido por todos os gestores.

Bem aceita…

Pela classe empresarial a MP editada pelo Governo Federal que permite a redução ou suspensão dos contratos por até 120 dias, podendo ser prorrogado por igual período.

Subiu para…

Quinze, o número de municípios que tiveram decreto de calamidade pública aprovado pela Assembleia Legislativa. Em alguns casos, até dezembro próximo.

Autor

KATIA SANTANA

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