As advogadas da família de Genivaldo de Jesus Santos, morto ao ser colocado em uma “câmara de gás” dentro de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF), enviaram um ofício à Polícia Federal, nesta segunda-feira (30/5), pedindo a prisão temporária dos agentes envolvidos na morte.
É competência dos órgãos federais fazer o pedido das prisões à Justiça. As advogadas também aguardam acesso ao inquérito.
“A família quer saber, porque se fosse um marginal qualquer já estaria preso, porque ainda esses três policiais que cometeram esse crime bárbaro, que não tem dúvida, porque ainda não estão presos? Fica essa pergunta”, disse a advogada Luciana Aguiar à TV Globo.
OAB-SE
Na manhã desta segunda-feira (30/5), a Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB-SE) se reuniu com uma equipe da PF, em Aracaju, para pedir informações sobre a abordagem do policial que provocou a morte de Genivaldo em Umbaúba.
A OAB informou que preparou um ofício cobrando transparência sobre as provas colhidas durante o inquérito, além de esclarecimentos sobre a suposta ausência da disciplina de direitos humanos no curso de formação dos agentes da PRF.