Sergipe ocupa 4º lugar no país e 2º no Nordeste em geração de empregos

Sergipe criou 3.668 empregos com carteira assinada em setembro, um aumento de 50,1% em relação ao saldo registrado em agosto. Com o resultado, o estado alcançou 359.279 vínculos formais de trabalho e ficou na quarta posição nacional no crescimento relativo do estoque de empregos, com alta de 1,03%, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (4).
No Nordeste, Sergipe ocupou a segunda colocação no ranking de crescimento do emprego formal. Os números foram analisados pelo Observatório do Trabalho, vinculado à Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem).
A faixa etária de 18 a 24 anos concentrou 1.326 das novas vagas, o equivalente a 36,1% do saldo de setembro. O resultado foi destacado pelo Governo do Estado como reflexo de iniciativas de qualificação e inserção profissional, entre elas o Programa Primeiro Emprego (PPE), que oferece formação teórica e experiência prática a jovens que buscam ingressar no mercado de trabalho.
A secretária de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Márcia Pacheco, ressaltou a participação dos jovens no resultado.
“Os resultados de setembro demonstram a importância de mantermos políticas públicas que estimulem a geração de empregos e ampliem as oportunidades para a população sergipana. A participação dos jovens nesse crescimento representara mais de um terço dos novos postos de trabalho. Isso reforça a necessidade de investir em iniciativas como o Programa Primeiro Emprego, que aproxima a juventude do mercado de trabalho por meio da qualificação e da experiência prática”, afirmou.
Indústria lidera contratações
A indústria foi o setor que mais gerou empregos em setembro, com saldo de 1.203 vagas. Em seguida aparecem a agropecuária, com 1.136 postos; os serviços, com 844; a construção, com 437; e o comércio, com 48.
O salário médio real de admissão também apresentou crescimento. Em setembro, o valor chegou a R$ 2.075,99, uma alta de 8,47% em relação ao mesmo mês de 2025, quando a média era de R$ 1.913,95. O indicador corresponde à remuneração média dos trabalhadores recém-contratados, corrigida pela inflação.
*Com informações Secom
