ARACAJU/SE, 21 de maio de 2024 , 6:20:14

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Projeto lança o livro ‘Contexto socioambiental das águas do rio São Francisco’

Executado, há mais de dois anos, pelo Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec) e Universidade Federal de Sergipe (UFS), com o patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental, o projeto Águas do São Francisco continua colhendo os frutos que vem plantando, desde o início da realização de suas ações, em julho de 2013.

 

Intitulado ‘Contexto socioambiental das águas do rio São Francisco’ e organizado pelo coordenador técnico do projeto, agrônomo, pós-doutor em Recursos Hídricos e consultor técnico do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), professor Antenor Aguiar, e pela bióloga e doutoranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente, Neuma Rubia Figueiredo Santana, o livro é composto por três teses de doutorado, sete dissertações de mestrado e cinco artigos científicos, desenvolvidos por dezenas de pesquisadores integrantes dos Departamentos de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema) e de Pós-Graduação em Recursos Hídricos (ProRH), da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

 

De acordo com o coordenador técnico do projeto, o propósito do livro é trazer ao leitor a grande importância ambiental que a região exerce para a população no que refere-se à manutenção de alimentos, água e espaços naturais para o povo sergipano. O pesquisador destaca ainda que o registro descreve as ações desenvolvidas, durante os últimos dois anos (2013-2015), no pojeto Águas do São Francisco: “Trata-se de uma atividade de preservação ambiental em realização na bacia hidrográfica do rio São Francisco”, ressalta o professor Antenor.

 

“O livro ‘Contexto socioambiental das águas do rio São Francisco’ é um encontro de instituições e de ideias; de pessoas e de estórias de vidas. Do ponto de vista científico, a obra é uma ótima forma de divulgar o resultado de pesquisas realizadas na UFS, que reúne o relato de vários estudos sobre o rio São Francisco, com destaque para as partes de duas teses de doutorado, defendidas no Prodema, e partes de cinco dissertações de mestrado, oriundas do mesmo programa ou do mestrado em Recursos hídricos. Em termos sociais, vale registrar que o livro ‘Contexto socioambiental das águas do rio São Francisco’ abrange questões relativas ao meio ambiente, mas enfoca sobretudo a preocupação com a mulher e /ou homem do Vale”, justifica o coordenador técnico do ‘Águas do São Francisco’, Antenor Aguiar.

 

Autores

 

O documento tem a autoria constituída por 36 pesquisadores e técnicos de diferentes instituições: UFS; Universidade Federal de Campina Grande (UFCG); Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS); e do Ministério Público do Estado de Sergipe (MP/SE). Entre as áreas de atuação de cada autor, estão: engenheiros agronômicos; engenheiros florestais; engenheiros ambientais; biólogas; promotora de justiça; mestrandos, mestres, doutores e doutorandos em Recursos Hídricos, em Desenvolvimento e Meio Ambiente, e em Ecologia e Conservação.

 

Águas do São Francisco

 

Executado pelo SergipeTec e UFS, com o patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental, o projeto visa recuperar as Áreas de Preservação Permanente (APP’s) e monitorar a qualidade da água nas bacias hidrográficas dos rios Betume (em Neópolis, Pacatuba e Ilha das Flores) e Jacaré (entre Poço Redondo e Canindé do São Francisco), promovendo a educação ambiental entre os assentados e irrigantes em comunidades do Baixo São Francisco, garantindo a regularização da produção de água, por meio do equilíbrio ambiental e do uso sustentável de recursos naturais.

 

Em dois de realização das atividades do projeto, foram plantadas mais de 60 mil mudas (de 28 espécies nativas da Mata Atlântica e Caatinga), em cerca de 36 hectares na região do Baixo São Francisco, beneficiando a mais de 4000 pessoas de comunidades ribeirinhas.

 

Eixos

 

O projeto atua no reflorestamento, por meio de plantio de mudas e condução da regeneração natural; no monitoramento ambiental, para possibilitar a identificação dos efeitos do desmatamento e das mudanças de uso do solo nos processos hidrológicos; e na educação ambiental, através da promoção de dezenas de atividades de formação, com cursos, oficinas e capacitações profissionais.

 

Fonte: Assessoria
 

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