Em maio, vendas no varejo sergipano recuaram 2,3%, diz IBGE

14/07/2023 às 14:06

O comércio varejista sergipano, em maio, recuou em 2,3%. Esse foi o segundo recuo seguido, já que em abril houve uma queda de 0,6%. Esse percentual negativo no volume de vendas registrado em abril também foi sentido na receita nominal (-2,0%). Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) e foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (14).

Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve um crescimento de 0,5% no volume de vendas, porém, isso não foi acompanhado pela receita nominal, que reduziu em 2,4%.

Outro índice analisado diz respeito à variação acumulada no ano, que segue positiva (4,4%), pelo fato de terem ocorridos avanços no volume de vendas nos meses de janeiro (4,3%) e março (1,8%). Em âmbito nacional, as vendas no comércio varejista no país também apresentaram redução (-1,0%).

Vendas recuam em 23 Unidades da Federação em relação a abril

Na análise regional, o comércio varejista apresentou resultados negativos em 23 das 27 Unidades da Federação na passagem de abril para maio, com destaque para as quedas em Alagoas (-5,9%), Rondônia (-5,3%) e Paraíba (-4,6%). As altas ficaram entre Tocantins (1,8%), Maranhão (0,4%) e Minas Gerais (0,4%), já que o Amazonas apresentou estabilidade (0,0%).

Ainda na mesma comparação, o comércio varejista ampliado teve recuo em 22 das 27 UFs, com destaque para Mato Grosso do Sul (-7,0%), Maranhão (-4,8%) e Minas Gerais (-4,7%). No lado das altas, destacam-se o Pará (5,8%), o Ceará (2,3%) e o Amazonas (1,9%)

Sergipe apresenta recuo no comércio varejista ampliado

Em Sergipe, o comércio varejista ampliado, que representa veículos e motos, partes e peças, recuou em maio (-0,2%). Em abril, o índice também foi de queda (-1,0%).

O comércio varejista ampliado teve resultados negativos em 22 das 27 UFs, com destaque para: Mato Grosso do Sul (-7,0%), Maranhão (-4,8%) e Minas Gerais (-4,7%). Por outro lado, pressionaram positivamente cinco UFs, com destaque para Pará (5,8%), Ceará (2,3%) e Amazonas (1,9%)

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