ARACAJU/SE, 26 de março de 2026 , 12:00:25

Iguá Saneamento tem receita recorde no 4º trimestre, com alta de 58,8% impulsionada por Sergipe e Rio

A Iguá Saneamento encerrou o quarto trimestre de 2025 com receita líquida recorde de R$ 804,3 milhões, um salto de 58,8% na comparação com o mesmo período de 2024, puxado principalmente pela expansão das operações em Sergipe e no Rio de Janeiro.

De acordo com a empresa, o crescimento foi impulsionado pelo início das atividades em Sergipe, em maio de 2025, e pelo desempenho da operação no Rio, que está perto de completar cinco anos. No acumulado do ano, a receita chegou a R$ 2,7 bilhões — alta de 42,5% em relação ao ano anterior.

“O avanço consistente dos resultados reflete a execução disciplinada da operação da Iguá Rio e pela consolidação da operação plena em Sergipe (…) seguimos avançando em obras estruturantes e consolidando as novas operações”, disse a companhia em comunicado.

Além de Sergipe e do Rio, a Iguá atua em Cuiabá (MT) e em 28 cidades do sudoeste do Paraná, por meio de parceria público-privada com a Sanepar. A empresa também está presente no interior de São Paulo, em municípios como Andradina, Castilho e Mirassol, que estão em processo de venda para a Sabesp.

O volume faturado no trimestre foi de 106,9 milhões de metros cúbicos, crescimento de mais de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. No total de 2025, foram 370,2 milhões de m³, alta de 17,2%.

Os investimentos em redes de água e esgoto somaram R$ 577,7 milhões no ano, avanço de 17,2%. Só no quarto trimestre, foram R$ 299,2 milhões, fechando o ano com R$ 828,2 milhões aplicados.

Durante a apresentação dos resultados, o diretor financeiro, João Luiz Guillaumon, destacou a queda na inadimplência, que recuou 0,4% no último trimestre, considerando clientes pessoas físicas e jurídicas.

“Há mais recuperação de débitos do que débitos novos”, afirmou.

Segundo ele, o resultado está entre os melhores já registrados pela empresa, refletindo ações voltadas à concessão de crédito e ao aprimoramento dos indicadores.

O Índice de Perdas no Faturamento (IPF) também melhorou e caiu de 48% para 46% no quarto trimestre. Para a companhia, o resultado é consequência de investimentos em “setorização de redes”, além de melhorias na infraestrutura e ações de fiscalização contra irregularidades.

*Com informações CNN Brasil

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