ARACAJU/SE, 9 de fevereiro de 2026 , 19:39:45

Lula e Flávio Bolsonaro polarizam cenário eleitoral e lideram em intenções de voto, revela pesquisa Real Time Big Data

 

O cenário político brasileiro está dividido entre direita e esquerda neste início de ano eleitoral. Segundo nova pesquisa da Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) monopolizam a disputa, deixando todos os possíveis candidatos de “terceira via” com menos de 12% das intenções de voto.

A pesquisa analisou três cenários diferentes para as urnas em outubro, cada um com um nome alternativo: o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD); o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD); e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).

Cenário 1 (com Ratinho Jr.)

Lula (PT): 36% (homens) / 42% (mulheres).

Flávio Bolsonaro (PL): 33% (homens) / 27% (mulheres).

Ratinho Jr. (PSD): 9% (homens) / 11% (mulheres).

Cenário 2 (com Eduardo Leite)

Lula (PT): 37% (homens) / 43% (mulheres).

Flávio Bolsonaro (PL): 34% (homens) / 30% (mulheres).

Eduardo Leite (PSDB): 5% (homens) / 5% (mulheres).

Cenário 3 (com Ronaldo Caiado)

Lula (PT): 36% (homens) / 43% (mulheres).

Flávio Bolsonaro (PL): 34% (homens) / 30% (mulheres).

Ronaldo Caiado (União Brasil): 7% (homens) / 5% (mulheres).

Perfil dos eleitores

A pesquisa também detalhou o perfil dos eleitores. No aspecto regional, o Nordeste segue como a região com mais apoiadores do presidente Lula, onde o petista registrou 51% das intenções de voto. Já o Sul consolida-se como base da oposição, com Flávio Bolsonaro liderando com 40%.

Do ponto de vista socioeconômico, Lula tem maior intenção de voto entre quem ganha até dois salários mínimos (44%), enquanto Flávio Bolsonaro cresce na faixa acima de cinco salários mínimos (35%).

Pessimismo sobre o Congresso

Outro ponto destacado nas entrevistas diz respeito à percepção da população sobre o Legislativo.

Independentemente da preferência partidária, os brasileiros demonstram pessimismo: entre 73% e 93% dos entrevistados acreditam que a mudança na Presidência terá pouco efeito prático diante da atual composição do Congresso Nacional.

Fonte: R7

 

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