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Por que assistir “Continência ao Amor”, romance que não sai do Top 10 da Netflix

08/08/2022 às 11:11

 

Novo filme da Netflix, “Continência do Amor”, conquistou os assinantes da plataforma de streaming de filmes. Desde a estreia, em 29 de julho, a produção não saiu do topo da lista de filmes mais assistidos da plataforma em diversos países do mundo, inclusive o Brasil.

O longa acompanha uma jovem aspirante a cantora que passa por problemas financeiros depois de descobrir que tem diabetes. Para conseguir um plano de saúde que cubra as despesas da doença, ela se casa com um militar. O casamento seria um benefício para os dois, pois ele também precisa pagar uma dívida do passado.

O filme é baseado no livro homônimo de Tess Wakefield e teve direção de Elizabeth Allen Rosenbaum (“A Cilada” e “Ramona Beezus”) e Ben Lewin (“As Sessões” e “Tudo Que eu Quero”).

A produção traz um nome forte no elenco: Sofia Carson. A atriz, revelada pela Disney e conhecida por sua participação em “Descendentes”, é a protagonista – ela também é a produtora executiva e responsável pela voz e composição de quatro músicas do longa.

É o segundo filme dela para a Netflix: “Feel The Beat”, de 2020, apresentou a atriz para os assinantes da plataforma.

Muito conhecida pelo público mais jovem, ela é o par romântico de Nicholas Galitzine, o príncipe Robert de “Cinderela”, adaptação do clássico lançado no ano passado no Prime Video.

Além dos dois, Linden Ashby, conhecido por “Mortal Kombat” e “Teen Wolf”, e Chosen Jacobs, de ‘It – A Coisa’, também estão na trama.

Romance

A história, de duas pessoas que se odeiam mas que acabam se apaixonando, mexeu com o público.

E apesar de ser um romance, a relação do casal também arrancou algumas lágrimas dos espectadores.

A trilha sonora já soma mais de 10 milhões de streams na plataforma de música Spotify. O longa conta com quatro canções originais de Sofia Carson. A principal, “Come Back Home”, ganhou clipe na última semana.

Realidade X Ficção

“Continência ao Amor” retrata o elevado custo do cuidado médico e a inexistência de um sistema público de saúde na realidade do filme.

Na história, Cassie não tem dinheiro para arcar com as despesas médicas que precisa, e precisa se casar com um militar para conseguir um plano de saúde.

Nas redes sociais, os usuários comentaram sobre esse recorte da trama e compararam com o Sistema Único de Saúde (SUS), do Brasil.

Fonte: CNN Brasil

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