De acordo com o relatório, foram identificadas cinco organizações criminosas independentes, dez ligadas a uma facção originária do Rio de Janeiro e oito vinculadas a uma organização criminosa que surgiu no estado de São Paulo. A atuação dessas organizações foi constatada em todos os estados brasileiros, com exceção de Sergipe.
Segundo o estudo, nenhuma facção alcançou em Sergipe os critérios mínimos de territorialidade e amplitude no narcotráfico utilizados para caracterizar domínio faccionado. O documento destaca que o estado permanece sem presença consolidada das principais organizações criminosas nacionais, cenário atribuído ao fortalecimento das políticas públicas de segurança, à integração entre as forças policiais, ao emprego estratégico da inteligência e à atuação preventiva dos órgãos de segurança.
Apesar do resultado, o relatório ressalta que esse cenário exige vigilância permanente, diante do avanço contínuo dessas organizações criminosas em praticamente todo o território nacional.
“Esse resultado não surgiu da noite para o dia. É fruto de um trabalho consolidado, desenvolvido ao longo dos anos pelas forças de segurança de Sergipe, com integração entre as instituições, investimentos em inteligência, capacitação e atuação firme no enfrentamento à criminalidade. Recebemos esse reconhecimento com responsabilidade, porque sabemos que a ameaça é permanente. Por isso, continuaremos fortalecendo nossas estratégias para impedir que organizações criminosas se instalem no estado”, destacou o secretário.
Fonte: Assessoria

