ARACAJU/SE, 17 de janeiro de 2026 , 15:23:27

Aracaju é a segunda capital dos estados da Região Nordeste com melhor equilíbrio entre empregos formais e benefícios sociais

 

Aracaju consolida sua posição como uma capital em expansão econômica, ao alcançar o 2º lugar no ranking das capitais do Nordeste com melhor equilíbrio entre empregos formais e assistência social, segundo levantamento com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério do Desenvolvimento Social. O indicador avalia a relação entre trabalhadores com carteira assinada e o número de famílias beneficiadas por programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

Aracaju conta hoje com 200.841 empregos formais ativos e 131.104 famílias que recebem benefícios sociais. Isso significa que, a cada dez pessoas com emprego formal na cidade, cerca de seis recebem algum tipo de benefício. Esse dado mostra um equilíbrio positivo entre geração de empregos e proteção social, indicando mais autonomia econômica da população e impacto direto na sustentabilidade fiscal e social do município. O desempenho coloca Aracaju à frente de capitais como Natal, Fortaleza e Salvador, demonstrando um ambiente econômico mais inclusivo e um mercado de trabalho formal em crescimento.

Para o secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Inovação, Dilermando Júnior, o indicador confirma que Aracaju avança na construção de um modelo de crescimento sustentável. “Quanto maior a quantidade de empregos formais em relação aos beneficiários de programas sociais, melhor o desempenho econômico da cidade. Isso significa mais renda, maior arrecadação e menor dependência do Estado”, destaca o secretário.

O estudo também aponta que Aracaju vem ampliando seu saldo positivo de empregos formais, com crescimento nas admissões e fortalecimento da carteira assinada. Esse movimento contribui para o aumento da arrecadação municipal e possibilita mais investimentos em políticas públicas estruturantes.

Especialistas ressaltam que capitais com maior proporção de beneficiários em relação aos empregos formais tendem a apresentar economias mais fragilizadas, com menor inclusão produtiva e maior risco de perpetuação da dependência social. Nesse contexto, Aracaju se diferencia ao combinar políticas de proteção social com estímulos consistentes à geração de emprego e renda.

O desempenho de Aracaju reafirma seu potencial como ambiente favorável para novos investimentos e reforça o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento econômico sustentável, a inclusão produtiva e a melhoria da qualidade de vida da população.

Ranking – equilíbrio entre empregos formais e benefícios sociais (capitais do Nordeste)

– Recife (56%)

Empregos formais: 585.109 / Famílias beneficiárias: 326.596

 

– Aracaju (65%)

Empregos formais: 200.841 / Famílias beneficiárias: 131.104

 

– Natal (70%)

Empregos formais: 242.000 / Famílias beneficiárias: 169.282

 

– Fortaleza (83%)

Empregos formais: 780.261 / Famílias beneficiárias: 650.298

 

– São Luís (86%)

Empregos formais: 340.767 / Famílias beneficiárias: 291.890

 

– João Pessoa (87%)

Empregos formais: 228.471 / Famílias beneficiárias: 197.821

 

– Salvador (90%)

Empregos formais: 694.194 / Famílias beneficiárias: 622.801

 

– Maceió (91%)

Empregos formais: 269.221 / Famílias beneficiárias: 245.434

 

– Teresina (96%)

Empregos formais: 221.759 / Famílias beneficiárias: 211.966

 

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