Aracaju registrou, em fevereiro, o menor custo de cesta básica entre as capitais brasileiras. O conjunto de alimentos essenciais foi calculado em R$ 562,88, segundo análise do Observatório da Indústria do Sistema FIES com base na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Apesar de liderar o ranking de menor preço, o valor da cesta básica na capital sergipana apresentou alta de 1,85% em relação a janeiro. No acumulado de 2026, entre janeiro e fevereiro, o aumento chega a 4,34%. Já na comparação com fevereiro do ano passado, o custo apresentou queda de 3,03%.
No cenário nacional, o levantamento aponta que 14 das 27 capitais brasileiras tiveram aumento no valor da cesta básica na comparação com janeiro. As maiores altas foram registradas em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%) e Recife (1,98%).
Entre as capitais que apresentaram redução no preço do conjunto de alimentos, os recuos mais expressivos ocorreram em Manaus (-2,94%), Cuiabá (-2,10%) e Brasília (-1,92%).
Na comparação com fevereiro de 2025, as maiores altas no país foram registradas em Porto Alegre (2,22%), Rio de Janeiro (1,48%) e Vitória (1,43%). Já as reduções mais significativas ocorreram em Brasília (-7,80%), Natal (-4,89%) e Belém (-3,71%).
Em termos absolutos, São Paulo apresentou a cesta básica mais cara do país no mês analisado, chegando a R$ 852,87, seguida por Rio de Janeiro (R$ 826,98) e Florianópolis (R$ 797,53). No extremo oposto do ranking estão Aracaju (R$ 562,88), Porto Velho (R$ 601,69) e Maceió (R$ 603,92).
Entre os produtos que contribuíram para o resultado em Aracaju, o levantamento destaca a queda de 24,24% no preço do arroz agulhinha na comparação com fevereiro de 2025, fator que ajudou a reduzir o custo médio da cesta básica na capital sergipana.
*Com informações Observatório da Indústria





