As exportações de Sergipe alcançaram aproximadamente US$ 36,0 milhões em janeiro de 2026, apresentando uma redução de 8,8% em relação a dezembro de 2025. Os dados constam em análise realizada pelo Centro Internacional de Negócios (CIN/SE), da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nas informações do Comex Stat, sistema do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
O desempenho das vendas externas no período foi fortemente concentrado em três produtos, que juntos responderam por 92,0% da pauta exportadora sergipana. O principal item foi o óleo bruto de petróleo, com exportações de cerca de US$ 13,9 milhões, equivalente a 38,5% do total exportado. Em seguida, destacaram-se o suco de laranja congelado, não fermentado e sem adição de álcool, com US$ 10,1 milhões, e as partes de outras turbinas a gás, que somaram US$ 9,2 milhões.
Entre os destinos das exportações sergipanas, os Estados Unidos lideraram com US$ 23,4 milhões, seguidos pela Bélgica, com US$ 5,9 milhões, e pelos Países Baixos, que receberam US$ 4,3 milhões em produtos do estado.
No mesmo período, as importações de Sergipe totalizaram US$ 50,0 milhões, envolvendo a compra de 203 produtos de fornecedores internacionais. O principal item importado foi o gás natural liquefeito, que somou US$ 24,3 milhões, representando 48,5% do total importado. Também se destacaram as aquisições de trigo e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura (US$ 7,2 milhões), e de cortadores de carvão ou de rocha, autopropulsados, no valor de US$ 6,3 milhões.
Quanto à origem das importações, os Estados Unidos figuraram como o principal fornecedor, com US$ 24,6 milhões, seguidos pela Argentina, com US$ 7,2 milhões, e pelo Canadá, com US$ 6,3 mil.
Com o resultado, a balança comercial sergipana fechou janeiro de 2026 com déficit de quase US$ 14,0 milhões, reflexo do volume de importações superior ao de exportações no período.
*Com informações Observatório da Indústria




