O avanço rápido das síndromes gripais em dezembro, com a circulação da variante H3N2 e de outras cepas do vírus da Influenza, somado ao atendimento dos pacientes com suspeita de covid-19, provocou o aumento da procura por atendimento nos hospitais municipais da capital.
Além do significativo aumento dos pacientes de Aracaju, os hospitais municipais Desembargador Fernando Franco (Zona Sul) e Dr. Nestor Piva (Zona Norte) têm registrado a ampliação do atendimento de pessoas do interior do estado e de municípios da Bahia e de Alagoas, além de turistas de outras localidades do país, o que provoca a sobrecarga do atendimento na capital.
Segundo a Prefeitura de Aracaju, desde o dia 1º de dezembro, cerca de 12% dos atendimentos diagnosticados como sintomas gripais ou de doenças virais e respiratórias foram de pessoas não residentes na capital. De acordo com a secretária de Saúde, Waneska Barboza, esse índice pode parecer pequeno, mas, na prática, quando são atendidos cerca de 900 pacientes com síndromes gripais diariamente, isso representa o aumento do tempo de espera e a superlotação das unidades.
Atualmente Aracaju está com taxa de transmissibilidade de 7,44%, entrando no nível 3 do Plano de Contingência, que foi anunciado pelo prefeito Edvaldo Nogueira no dia 21 de dezembro.
Com informações da PMA







