ARACAJU/SE, 18 de maio de 2024 , 3:40:19

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Aracaju bate meta e vacina mais de 96% das crianças contra a Paralisia

 

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) fechou o balanço final da Campanha Nacional contra a Poliomielite em Aracaju na tarde de quarta-feira, 10, e os números ultrapassaram a meta de 95%, estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS). Na capital sergipana, a campanha, que encerrou no dia 31 de agosto, foi estendida até o último dia 4, conseguindo imunizar contra a Paralisia Infantil, 36.738 crianças com idades entre seis meses e menos de cinco anos, 96,04% deste público.

 

O resultado foi fruto do trabalho em conjunto, desenvolvido pelas equipes das diretorias de Atenção à Saúde (DAS) e de Vigilância em Saúde (DVS). Além do Dia D de Vacinação contra a Pólio, ainda aconteceu um sábado de reforço (29/8), quando as Unidades de Saúde da Família (USFs) que funcionam com horário estendido abriram mais uma vez às portas para que os pais que ainda não tinham levado os filhos, pudessem imunizá-los contra a Paralisia Infantil. “Além das unidades de saúde, tanto no Dia D como no sábado de reforço, também montamos estandes nos shopping Jardins e Riomar”, informou Tereza Cristina Maynard, diretora de Vigilância em Saúde.

 

De acordo com informações do Ministério da Saúde, nesta Campanha contra a Poliomielite, o Brasil registrou média de 87.21% de vacinação. É preciso manter sempre alerta, pois recentemente foram registrados dois casos na Ucrânia, algo que não acontecia na Europa desde 2010.  Segundo a técnica do Programa de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde Aracaju, Débora Moura, desde 89 não existe caso da doença no Brasil, porém no mundo alguns lugares ainda são endêmicos, o que apresenta risco eminente aos não vacinados.

 

Atualmente, Afeganistão, Paquistão e Nigéria são considerados endêmicos, o que aumenta o risco de contágio da doença também em mais nove países vizinhos. Se um brasileiro, não vacinado, viaja para estas áreas e consome água ou alimento contaminado pode trazer a doença para o país. O mesmo vale para um estrangeiro, doente, que aporte no Brasil poderá trazer consigo a doença também.

 

Débora ainda informou que a vacina contra a poliomielite é ofertada normalmente nas USFs, independente da campanha, mas para quem segue regularmente o calendário de vacinação infantil.

 

“As crianças tomam a vacina aos dois meses, aos quatros e aos seis meses também, tendo dois reforços aos 15 meses de vida e aos quatro anos. Caso, o pai (ou responsável) ainda não tenha vacinado seu filho deve ir até uma das 43 unidades espalhadas na Capital e dar início (ou segmento) ao calendário de vacinação”, esclareceu.

 

Fonte: Ascom/ SMS

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