A Justiça baiana recebeu no final da noite de quinta-feira (4) um pedido de prisão temporária, busca e apreensão contra o empresário Sérgio Gama (MDB), feito pela polícia do município de Itapicuru-BA. O empresário é candidato a vice-governador de Sergipe, na chapa encabeçada por Rogério Carvalho (PT).
Na representação, a polícia alega que um grupo estaria praticando atos de violência contra trabalhadores rurais instalados na área Colônia Lagartense, com o intuito de retirar essas pessoas do local. No documento, o nome do empresário é citado como um dos integrantes que pretendia remover os trabalhadores. É possível acompanhar o processo de número 8000998-52.2022.8.05.0127 no site do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). Sérgio Gama possui terras no município de Itapicuru.
Por meio de nota à imprensa, a defesa negou qualquer ato ilícito de seu cliente e atribuiu a ação como uma tentativa de manchar a imagem e a honra do empresário, visto que a notícia foi dada quando ele participava ontem (5) da convenção festiva de homologação de sua candidatura à vice-governador de Sergipe, juntamente com o candidato a governador, Rogério Carvalho (PT). A assessoria do petista foi procurada pela reportagem do AJN1, mas preferiu não se pronunciar, deixando a cargo da defesa do emedebista, que já o havia feito ontem.
Confira nota na íntegra
Perseguição política contra o empresário Sérgio Gama
Pedido de prisão emitido pela justiça da Bahia é feito sem qualquer solicitação de esclarecimentos ao empresário que, publicamente, é conhecido pela retidão no setor empresarial.
O empresário Sérgio Gama (MDB) foi surpreendido com a notícia de um documento judicial com pedido de prisão que circulou no mesmo dia em que os partidos da coligação Sergipe da Esperança apresentam o nome dele na chapa majoritária para concorrer ao governo do Estado de Sergipe.
De acordo com a assessoria jurídica do empresário, que é conhecido por ter uma vida empresarial transparente, o documento da justiça da Bahia apresenta arbitrariedade num pedido de prisão, onde sequer o Sérgio Gama foi convocado para quaisquer esclarecimentos.
Em nota, os advogados explicam que as acusações são mentirosas e desprovidas de qualquer prova. E afirmam que houve o uso de informações falsas com o único intuito de manchar a honra e imagem de Sérgio Gama.
Chegando ao ponto de haver no documento judicial um depoimento que faz acusações graves de uma suposta presença e interferência da mãe do empresário, Aparecida Gama, desembargadora aposentada, quando a mesma nunca esteve no município citado.
Os advogados ressaltam, ainda, que o empresário Sérgio Gama comprou as terras no interior da Bahia, no município de Itapicuru, de propriedade da CalTrevo com toda a documentação legalizada.
E lamentam que “coincidentemente” estes fatos são apresentados durante o pleito eleitoral. Abrindo precedente de que esta ação na justiça tenha finalidade política de prejudicar a reputação do respeitado empresário.
Fonte: Assessoria






