ARACAJU/SE, 8 de fevereiro de 2026 , 1:22:07

(LEIA EM 1 MIN) VOCÊ JÁ SEGUIU ALGUÉM QUE NÃO GOSTA?

Saiu uma pesquisa da Influency.me + Opinion Box sobre comportamento nas redes. E o dado choca:

🧠 11% dos brasileiros seguem influenciadores que não admiram.

É o chamado hate following — quando você não curte, mas segue mesmo assim.

  • Segue pra criticar.

  • Segue pra vigiar.

  • Segue pra se irritar.
    ➜ Mas segue.

Isso vai muito além das redes

O hate following é só um sintoma de algo maior:
🔍 a força da identificação.

As pessoas não seguem só conteúdos.
Seguem símbolos.
Seguem ideias.
Seguem posturas.

Ou então… seguem contra tudo isso.

Bem-vindo ao mundo do branding

Marcas fortes não são neutras. Elas tomam partido.
Elas têm narrativa, e é isso que conecta — ou afasta.

Exemplos?

  • Vans é rebelde. Não atrai patricinhas.

  • Calvin Klein é sexy. Não conversa com conservadores.

  • Patagônia defende causas. Não é pra quem consome no piloto automático.

Essas marcas vendem algo maior que produto:
📌 Vendem identidade.

Quem compra quer:

  • Se expressar.

  • Pertencer.

E quem não gosta?

Tem dois caminhos:
❌ Ignora
😤 Ou odeia

O hate following nasce disso:
Gente que rejeita, mas assiste.
Comenta, só pra ser contra.

Por quê?

Porque marca forte incomoda.
Ela causa reação.
E onde há reação…
🔥 Há relevância.

👉 Ser ignorado é pior.