ARACAJU/SE, 26 de julho de 2024 , 21:04:07

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Aumenta número de municípios com alto risco de infestação do Aedes aegypti

 

Oito cidades de Sergipe estão com alto risco de infestação do Aedes aegypti, 54 estão com médio risco e apenas 13 municípios estão com risco baixo. O dado faz parte do segundo Levantamento Rápido de Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) divulgado pela Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS) da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

De acordo com o segundo LIRAa de 2024 os municípios que apresentam alto risco são Simão Dias (9,0), Itabaiana (8,3), Areia Branca (7,1), Salgado (5,9), Capela (5,8), Nossa Senhora da Glória (4,8), Siriri (4,1) e Cumbe (4,0). Os municípios com médio risco subiram para 54 e, consequentemente, apenas 13 cidades estão com baixo risco.

O índice satisfatório vai de 0 a 0,9; o de média infestação de 1,0 a 3,9 e o de alto risco acima de 4,0. Entre os municípios em condição satisfatória para o Aedes aegypti estão Canindé de São Francisco (0,8), Itabi (0,8), Pacatuba (0); Pedrinhas (0,6); Santana de São Francisco (0,9) e entre outros. Vale ressaltar que os municípios onde os índices se apresentaram com classificação de baixo risco, é importante que os técnicos e gestores municipais verifiquem outros indicadores também, como o número de pendências de imóveis que ficaram sem visitar, porque neles pode haver algum foco.

Os municípios que apareceram ou permanecem em alto risco precisam verificar onde estão ocorrendo as falhas no trabalho de combate ao mosquito. Alguns apresentaram um aumento significativo do primeiro para o segundo LIRAa. A cidade de Itabaiana saiu de (4,0) para (8,3); Simão Dias saiu de (6,4) para (9,0); já Areia Branca saiu do médio risco (1,7) para o alto risco (7,1), representando um aumento de 34,4%.

Segundo a gerente de endemias da SES, Sidney Sá, o objetivo do levantamento é identificar em tempo hábil a infestação do mosquito Aedes aegypti existente nos 75 municípios do estado. “O Aedes aegypti é o vetor transmissor de três doenças preocupantes, como a dengue, chikungunya e zika vírus. Então, a cada dois meses é realizado o levantamento para que possamos ter um controle do vetor, e tomar medidas, caso seja necessário para que a infestação não aumente”, explicou.

Fonte: Secom

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