ARACAJU/SE, 22 de junho de 2024 , 0:55:03

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Desenrola Brasil renegociou dívidas de 15,5 milhões de brasileiros

 

O Desenrola Brasil terminou na segunda-feira (20) com a renegociação de dívidas de 15,5 milhões de pessoas. Levantamento da Serasa mostra que, de maio de 2023 a março de 2024, caiu de 25,2 milhões para 23,1 milhões o número de pessoas inadimplentes que ganham até dois salários-mínimos. Significa uma queda de 8,7% na inadimplência dos mais vulneráveis.

O Ministério da Fazenda divulgou o balanço nesta 3ª feira (21.mai.2024). O órgão disse considerar que o programa “atingiu seu objetivo” e informou que o valor negociado corresponde a 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto).

Em comunicado, o secretário de Reformas Econômicas da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto, disse que o Desenrola foi “um verdadeiro sucesso” por ter diminuído o endividamento da população mais vulnerável e por ter reduzido o ritmo de crescimento da inadimplência como um todo.

O governo desembolsou R$ 1,7 bilhão em aporte como garantia para as pessoas pagarem o refinanciamento dos débitos negociados. Para cada R$ 1 investido, foram negociados R$ 25 em dívidas atrasadas. Segundo a Fazenda, mais de 600 credores foram beneficiados.

O Desenrola Brasil foi promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A iniciativa retirou 10 milhões de registros de dívidas de até R$ 100 dos cadastros de inadimplentes. Era R$ 1 bilhão em débitos.

Na faixa 1 o que é faixa 1 desenrola –que contempla as pessoas com renda de até 2 salários mínimos ou inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) para programas sociais– a média de descontos foi de 90% para pagamentos à vista e de 85% nos programas parcelados.

O ticket médio foi de R$ 250 nas operações à vista e de R$ 1.031 nas negociações parceladas.

Segundo o governo, mais de 83% das negociações na plataforma foram realizadas por celular e 13,1% por notebook.

O tempo médio para realizar a operação foi de 3 minutos e 42 segundos. Nas operações parceladas, a média foi de 13 prestações, com taxa média de juros de 1,82% ao mês.

Fonte: Poder360

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