ARACAJU/SE, 17 de julho de 2024 , 12:58:20

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OpenAI obtém US$ 2 bilhões de faturamento

 

As receitas da OpenAI, a empresa por trás do ChatGPT , ultrapassaram os US$ 2 bilhões em sua base anualizada, o que coloca a companhia em uma das rotas de crescimento mais rápidas da história das empresas de tecnologia

Segundo o Financial Times, a empresa de São Francisco viu suas receitas multiplicarem por 12 e atingiu a cifra histórica em dezembro do ano passado.

Segundo duas pessoas ouvidas pelo FT e ligadas à OpenAI, o investimento bilionário (a promessa é de US$ 13 bilhões) da Microsoft pode ajudar a companhia a dobrar de tamanho em 2025, principalmente pelo crescimento no interesse para usar a inteligência artificial – tanto por consumidores comuns, quanto por empresas.

Para comparação, Google e Meta conseguiram seu primeiro bilhão de dólares em receita anual também na primeira década após a fundação. Hoje, ambas têm faturamento anual na casa das centenas de bilhões de dólares. A OpenAI está avaliada em mais de US$ 80 bilhões, segundo a Reuters.

Concorrentes da OpenAI estão de olho no mercado

A receita da OpenAI vem de assinaturas do ChatGPT Plus e de soluções corporativas, como acesso a APIs dos modelos de inteligência artificial. Segundo Sam Altman, CEO e cofundador, 92% das empresas da Fortune 500 usam produtos da OpenAI,e o ChatGPT tem 100 milhões de usuários semanalmente.

A Microsoft é uma das maiores investidoras da OpenAI e já colocou US$ 13 bilhões na empresa, sendo dona de 49%. Vários produtos da Microsoft, como Bing, Edge, Windows e Microsoft 365, receberam recursos de IA gratuitos ou pagos. A plataforma de computação na nuvem Azure também comercializa software da OpenAI.

Com o mercado em crescimento, outras gigantes do Vale do Silício estão de olho em aumentar seu faturamento. O Google, por exemplo, renomeou seu chatbot Bard como Gemini, acompanhando seus novos modelos de IA. Além disso, o Google One ganhou um plano chamado AI Premium, que dá acesso ao Gemini Advanced. Ele usa o modelo Gemini Ultra 1.0, o mais avançado da empresa.

Fonte Exame/Tecnoblogg

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