Vigilantes da Fundação Renascer fazem protesto contra atrasos de salários

Cerca de 80 vigilantes da Empresa de Segurança Brava, que prestam serviço à Fundação Renascer, estão há 14 dias com as atividades suspensas devido a atrasos de salários. Hoje (29), os trabalhadores fizeram uma manifestação em frente à sede da Fundação Renascer e reafirmaram que só retornam às atividades quando o salário for depositado.

 

De acordo com Hélio Rocha, assessor de comunicação do Sindicato dos Vigilantes de Sergipe (Sindivigilante), o salário de novembro ainda não foi pago, apenas a segunda parcela do 13º salário foi depositada no dia 24.

 

“Eles só nos pagaram porque fizemos um manifesto em frente ao Cenam, mas o salário de novembro ainda não foi pago. O ano já está acabando e nada. Estamos paralisados desde o dia 16 de dezembro e só vamos voltar ao trabalho quando pagarem o salário”, explica ele, ao lembrar que os vigilantes atuam nas unidades da Fundação Renascer, incluindo os centros de internação e ressocialização de menores.

 

Reconhecimento

 

A Fundação Renascer informou que tem conhecimento do débito de dois meses e meio com a Brava, mas informou que na segunda-feira, 28, foi pago a empresa cerca de R$ 290 mil. Segundo a assessoria de comunicação o valor pago é referente à primeira parcela do débito e ao 13º salário. Em relação à segunda parcela, a Fundação afirma que estão unindo esforços para em breve fazer o pagamento à Brava.

 

Brava

 

Ligar para Grazziela Teti a tarde (3249-2031 / 99882-4682). Pela manhã ela ia se reunir com a Fundação Renascer e só a tarde teria um posicionamento.