ARACAJU/SE, 15 de maio de 2026 , 1:34:47

Policiais rodoviários são ouvidos na sede da PF em Aracaju

Da redação, AJN1

Nesta segunda-feira (6), dois policiais rodoviários federais que fizeram a abordagem que provocou a morte de Genivaldo de Jesus Santos, em Umbaúba no último dia 25 de maio, prestaram depoimento na sede da Polícia Federal, em Aracaju. Um terceiro agente deve ser ouvido nesta terça (7).

Os policiais não quiseram conceder entrevistas, contudo, o advogado de defesa, Glover Castro, disse que a oitiva de hoje, a segunda, já que eles já haviam prestado depoimento no dia da morte de Genivaldo, a um delegado plantonista, serviu para comentar alguns pontos. “Eles estão colaborando e respondendo a todos os questionamentos da autoridade policial. Infelizmente, não posso passar detalhes, porque o inquérito está em segredo de justiça”, disse à TV Sergipe.

Na última sexta-feira (3), dois policiais rodoviários federais que estavam no plantão da PRF naquele dia, mas não participaram da abordagem na BR-101, em Umbaúba, foram ouvidos pela Polícia Federal, na sede do órgão, na capital.

Os depoimentos, que têm participação de integrantes do Ministério Público e da Polícia Federal, tiveram início na última terça-feira (31), quando foram ouvidos familiares, além de populares que testemunharam o crime.

Prisão preventiva

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu não pedir a prisão preventiva dos três policiais rodoviários federais envolvidos na morte de Genivaldo de Jesus Santos, no município de Umbaúba. A Ordem dos Advogados (OAB) havia solicitado a detenção cautelar dos agentes federais, por entender que há provas suficientes para tal. “A prisão preventiva é uma medida excepcional. Para você pedir uma prisão preventiva tem que ter os motivos para tanto, e esses motivos o Ministério Público ainda está avaliando se eles estão presentes. No momento, a nossa avaliação principal é focar nas provas”, explicou a procuradora-chefe do MPF em Sergipe, Eunice Dantas, à TV Sergipe.

 

 

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