Da redação, Joangelo Custódio
Festa de São João só é completa quando tem fogueira. Armar a lenha na porta de casa, já ‘de tardezinha’, é só o início do ritual junino, tradição passada de pai para filho e que se renova todo mês de junho no Nordeste.
Em Aracaju, os locais autorizados para o comércio de fogueiras e comidas típicas são: praça Doutor Ranulfo Prata (Cruz Vermelha), no bairro Getúlio Vargas; canteiro da avenida José Carlos Silva, no conjunto Augusto Franco; e uma área na avenida Delmiro Gouveia, no bairro Coroa do Meio.
Nos respectivos pontos, a venda está permitida até o dia 30 de junho.
São dezenas de vendedores que fazem dos espaços um verdadeiro “mar de lenha”, de todos os tipos, tamanhos e preços.
Os preços variam, obviamente, de acordo com o tamanho da fogueira: tem de R$25, R$35, R$ 60 e até de R$100.

Vale frisar que os vendedores se cadastraram junto à Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) para comercializar em espaços públicos.
“Cobramos o registro da madeira e uma taxa simboliza para venda, pois sabemos da importância de manter todas as ações comprovadas de forma física e também digital e assim liberando o acesso completo com a documentação entregue em mãos ao comerciante. As fiscalizações continuam para que ninguém venda madeira proibida e que esse tipo de comércio não atrapalhe a mobilidade urbana”, afirma ao portal da PMA, o diretor de Espaços Públicos e Abastecimento, Bira Rabelo.







