Da redação, AJN1
Os condutores de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) paralisaram as atividades nesta terça-feira (4). A categoria cobra do governo recomposição salarial e acordo coletivo. Os trabalhadores também são contra às mudanças na estrutura do Ipesaúde e a possível extinção da Fundação Hospitalar de Saúde.
Um ato em frente à base do Samu, localizada no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju, deu cor e voz ao protesto nas primeiras horas de hoje.
A paralisação segue até às 7h dessa quarta-feira (5); 70% dos trabalhadores estarão com as atividades interrompidas.
O que diz a SES
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que “mantém o diálogo aberto com os servidores, por meio dos representantes do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Estado de Sergipe (Sindconam-SE), e que existem encaminhamentos avançados para atender demandas e reivindicações da categoria”.
A Secretaria de Estado da Saúde reitera ainda “a continuidade do diálogo direto e aberto com os servidores e seus representantes, e, mais uma vez, reforça o seu compromisso inequívoco com a qualidade na prestação do atendimento e, em diálogo com a categoria, há a garantia de que os pacientes não sejam prejudicados no que se refere ao atendimento de urgência e emergência”.
A SES informou ainda que o serviço de atendimento de urgência e emergência não foi prejudicado.






