ARACAJU/SE, 15 de maio de 2026 , 1:50:55

Custo da cesta básica em Aracaju apresenta redução de 0,61% em outubro

Da redação, AJN1

No mês de outubro, o custo da cesta básica de Aracaju apresentou leve redução de 0,61%. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (7), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Na prática, os aracajuanos tiveram que desembolsar R$ 515,51 para levar o conjunto de alimentos perecíveis para casa.

Produtos como o leite integral, feijão carioquinha, feijão tipo preto, óleo de soja e tomate foram os principais responsáveis pela redução da cesta na capital sergipana.

Com a diminuição no preço, Aracaju mantém a cesta mais barata do Brasil. Vale frisar que no mês de setembro, houve leve redução, de  3,87%. Em agosto, a redução foi de 0,54%; julho, recuo de 1,35%; em junho, alta de 0,28% no valor da cesta; em maio, queda de 0,56%; em abril, teve aumento de 5,04%; em março, a alta foi de 1,58%; em fevereiro, 1,77%; em janeiro, elevação expressiva de 6,23%. Já a variação no ano é de incríveis 7,84% e em 12 meses, alta de 11,06%.

Nacional

Conforme o Dieese, o valor do conjunto dos alimentos básicos aumentou em 12 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese.

As altas mais expressivas ocorreram em Porto Alegre (3,34%), Campo Grande (3,17%), Vitória (3,14%), Rio de Janeiro (3,10%) e Curitiba e Goiânia (ambas com 2,59%). Já as reduções mais importantes ocorreram em algumas cidades do Norte e Nordeste: Recife (-3,73%), Natal (-1,40%), Belém (-1,16%), Aracaju (-0,61%) e João Pessoa (-0,49%).

Porto Alegre foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 768,82), seguida por São Paulo (R$ 762,20), Florianópolis (R$ 753,82), Rio de Janeiro (R$ 736,28) e Campo Grande (R$ 733,65). Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 515,51), Recife (R$ 558,40), João Pessoa (R$ 559,57) e Salvador (R$ 562,59).

Salário mínimo necessário

Com base na cesta mais cara, que, em outubro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em outubro de 2022, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 6.458,86, ou 5,33 vezes o mínimo de R$ 1.212,00.

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