ARACAJU/SE, 15 de maio de 2026 , 3:09:54

Entidades empresariais encaminham proposta de retomada da economia

Da redação, AJN1

Vinte e uma entidades representativas de classe empresariais, entre elas o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, encaminharam ao Governo do Estado na última sexta-feira (29), uma proposta para a retomada da economia em Sergipe, com a garantia da preservação da saúde das pessoas. O plano é dividido em quatro fases e segue como exemplo o executado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Na primeira fase seriam retomadas as atividades comerciais no Centro e bairros que não foram atingidas no decreto governamental. Depois de sete dias, seria retomados o atendimento presencial em restaurantes, lanchonetes, food parks e salões de beleza. A terceira fase, viria sete dias depois, com a reabertura de bares, shoppings centers, academias de ginástica e parques.

Por fim seriam retomadas atividades em cinemas, teatros, casas de eventos, shows, indústria de entretenimento, escoladas e universidades com intervalo de 14 dias após a execução da terceira fase.

Na proposta encaminhada ao governo também está prevista que a frota de transporte público deverá ser maior que a demanda, para evitar aglomerações. Além disso, os horários de funcionamento do comércio deverá obedecer horários diferenciados, com reserva de horário para o atendimento prioritário aos idosos.

Consta ainda no plano exigências quanto ao número máximo de clientes por estabelecimento, mantendo a regra de distanciamento social previsto; reforço nas ações de higienização, além da exigência do uso de máscaras tanto para funcionários quanto para clientes.

Ainda de acordo com o plano, a abertura das atividades estarão de acordo com a classificação de risco de contágio, cadenciadas a cada fase apresentada para evolução da reabertura das empresas, mediante ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em termos proporcionais inferior a 70%, conforme exposto pelo Governo do Estado.

Setor lojista

Consta, ainda, a limitação de acesso às lojas, com controle do número de entradas; disponibilização de pontos com dispensadores de álcool em gel; Utilização de canais on-line para continuar atendendo clientes que ainda tenham movimentação restringida.

Se possível, isolar áreas dos estabelecimentos para facilitar o controle da operação e reduzir custos; Disponibilizar produtos e tecnologias para a higienização e desinfecção dos sapatos na entrada dos estabelecimentos; Evitar atividades promocionais que possam causar aglomerações; Evitar aglomeração nos caixas e delimitar o distanciamento necessário; Não oferecer serviços e amenidades adicionais que retardem a saída do consumidor do estabelecimento, como oferecer café, poltronas para espera, áreas infantis, etc.

Dispor de comunicados que instruam os compradores e funcionários sobre as normas de proteção que estão em vigência no estabelecimento; Higienizar as mercadorias, produtos e materiais que entram no estabelecimento; Manter as portas internas abertas em tempo integral nos estabelecimentos em que for possível.

Leia a proposta na íntegra.

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