A doação de sangue salva vidas e ampliar esta informação é um dos objetivos da campanha Junho Vermelho. Neste mês, profissionais da área da saúde se unem com o objetivo de divulgar a importância da doação, visando aumentar o número de doadores em todo o país. Hemocentros no Brasil registram baixos estoques de bolsas de sangue, principalmente após o período de pandemia.
A escolha do mês de junho para a campanha deve-se ao fato que, no dia 14 deste mês, é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue. Além disso, durante o inverno, em que são mais comuns as doenças respiratórias e por ser um período que as pessoas ficam mais em casa, Hemocentros costumam registrar diminuição no número de doadores.
O hematologista cooperado Unimed Sergipe, Danillo Silva, explica que existem alguns requisitos para quem quer se tornar um doador de sangue: “Precisa estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 70 anos , pesar no mínimo 50 quilos e, no dia da doação, estar descansado e alimentado”, explica o médico que atende no Centro de Infusão e Oncologia do Hospital Unimed.
Desde 2020, não há mais restrições para que homossexuais se tornem doadores de sangue. Atualmente, as restrições são válidas para quem teve hepatite após os 10 anos de idade, para quem não doou sangue pela primeira vez até os 60 anos, para pessoas com anemia, malária, doença de chagas, HIV, graves problemas no pulmão, coração, rins, fígado ou de coagulação no sangue, com doenças associadas aos vírus HTLV I e II, Hepatites B ou C, entre outras condições permanentes ou temporárias.







