Está previsto para iniciar agora em março uma nova rodada de auxílio emergencial paga pelo governo como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais.
A renovação do benefício ainda precisa ser proposta pelo governo ao Congresso Nacional (CN), e em seguida aprovada pelos parlamentares. O presidente Jair Bolsonaro disse ontem (25) em uma live que enviará a proposta para o CN.
Desta vez o governo pretende diminuir de 68 milhões para 40 milhões de brasileiros contemplados. Para atingir esse objetivo, bases de dados do CAGED, INSS, MEI, CNIS serão cruzadas com o número do CPF dos cidadãos. O objetivo é deixar de fora servidor público, empresário, militar, aposentado ou pensionista e dependentes declarados no Imposto de Renda.
Ano passado 68 milhões de brasileiros receberam o auxílio de R$ 600 por três meses (R$ 1200 para mães chefes de família), em seguida estendido para mais dois meses. A proposta deste ano gira em torno de R$ 200 a R$ 250, pagos por quatro meses.







