Com a aceleração digital que vivemos nos últimos anos, organizações têm entrado em uma fase onde o ambiente digital se faz muito presente no dia a dia de seus colaboradores. Seja por meio de automação de informações, jornadas de trabalho remotas, reuniões realizadas de forma virtual e muitas outras práticas adotadas no atual cenário corporativo, as empresas têm enxergado a possibilidade real de fazer negócio dessa forma.
Dentro dessa nova onda está a inserção das organizações no metaverso. Teoricamente, essa denominação é dada para uma espécie de realidade paralela em que uma pessoa pode ter uma experiência de imersão. Essa realidade pode ser explicada no universo empresarial pela abertura de uma empresa totalmente on-line, por exemplo. Essas novas práticas, de acordo com o engenheiro de produção, especialista em gestão empresarial, André Gabillaud, podem influenciar o mercado de diversas formas.
“As práticas desta nova tecnologia pode sim influenciar os mercados emergentes no que tange a novas formas de capacitação, mudança de grades de cursos para algumas empresas (as grandes); influencia na forma de pilotar práticas dentro da dinâmica do metaverso, o que já acontece com grandes corporações”, diz o engenheiro de produção, que também está à frente da Brain Engenharia, empresa sergipana que auxilia organizações no que toca processos de gestão.
Gabillaud salienta ainda que a inserção das empresas no universo on-line é algo necessário, uma vez que as tecnologias de informação já não podem ser enxergadas como “luxo” e sim como uma necessidade dentro dos modelos de negócios. “Isso pode ser aproveitado por todos empresários que desejam manter uma imagem presente, uma ação comercial mais aguerrida, uma facilidade maior em outros canais de distribuição e de promoção de estudos de comportamento do consumidor”, afirma o especialista.
Assim como as empresas que trabalham apenas “no off”, em ambientes físicos, as que estão nos dois ambientes precisam adaptar estratégias, processos, controles e tudo o que diz respeito ao funcionamento da organização. Tudo isso pode ser promovido pelos engenheiros de produção, que irão auxiliar os empresários nessa adaptação. Na Brain Engenharia, por exemplo, André Gabillaud pontua a oferta de consultoria em questões como a criação de processos eficientes, enxutos e capazes de viabilizar o funcionamento empresarial.
“A Brain hoje produz estudos para empresas que querem se adaptar a essas tecnologias e constrói projetos de adaptação empresarial. Fazemos capacitações dentro desse ambiente para o nosso mercado nos próximos meses. Hoje a Brain fornece diagnóstico voltado para adaptação da empresa às tecnologias 4.0, isso inclui não apenas os B.I (Business Inteligence), mas as demais como : Big Data, Machine Learning, IoT e outros”, conta o gestor da Brain Engenharia.







