Da redação, AJN1
Os condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (21). Entre as reivindicações da categoria estão o pagamento dos salários em dia e uma solução para a questão dos empregados da Fundação Hospital de Saúde (FHS), que deve ser extinta no próximo ano. Segundo o Sindicato dos Condutores de Ambulância de Sergipe (Sindconam) das 59 ambulâncias do Samu, 18 estão em funcionamento na capital e no interior estado.
O presidente do Sindconam, Robério Batista, informou que a greve foi a única solução encontrada. Ele lembrou que a categoria está há cinco anos sem reajuste salarial. No que se refere a questão dos servidores da FHS, a corrida é contra o tempo, pois deverá ser extinta no próximo ano, conforme Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) no Ministério Público Federal (MPF)
O sindicalista ressaltou que a greve é por tempo indeterminado e que quando for apresentado algo de concreto para as reivindicações, a proposta será levada para avaliação da categoria. “Estamos sempre tentando sempre negociar e resolver impasses. A greve foi a única solução. Estamos com 18 das 59 ambulâncias paradas, o que representa menos de 50% da frota”, explicou.





