Da redação, AJN1
No próximo dia 19 de junho, servidores da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) vão paralisar as atividades por 24h. Os trabalhadores estão apreensivos sobre o futuro da Fundação, a qual pode ser extinta e deixar desempregados mais de seis mil pessoas.
Existe uma ação civil pública movida em 2014 pelo Ministério Público Federal (MPF) que culminou com um acordo entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a FHS, os quais se comprometeram em regularizar os vínculos de todos os empregados públicos concursados em até 180 dias do prazo de homologação do referido acordo.
Recentemente, o MPF ingressou com um novo pedido de cumprimento de sentença, pois alegou que a SES e a FHS descumpriram o prazo estabelecido entre as partes, pedindo, inclusive, condenação por litigância de má fé e multa pessoal aos gestores atuais da FHS e da SES.
“Com isso, a negociação do ACT 2023-2024 foi sumariamente suspensa pela gestão da FHS e não há, até o presente momento, notícia de reajuste das cláusulas econômicas ou do salário dos empregados públicos da FHS. Quanto à FHS, foi emitido ofício aos sindicatos informando que a situação dos vínculos está em análise, sem data definida para apresentar a solução”, diz trecho de nota assinada por sindicatos de saúde.
Compõem o quadro de servidores da FHS: médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, dentre outros.
Esta reportagem entrou em conato com a assessoria de Comunicação da SES para falar sobre o assunto. Contudo, ainda não há nota oficial.







