Trabalhadores técnico-administrativos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) aprovaram na manhã desta quinta-feira (16), durante assembleia geral, estado de greve, o qual consiste num processo de mobilização permanente para uma possível greve geral do serviço público, prevista para o dia 18 de março e convocada em conjunto a outras categorias, como a docência, servidores do INSS e demais carreiras do serviço público federal.
A categoria tem uma extensa agenda de reivindicações contra o governo do presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Educação, Abrahan Weintraub, a exemplo do ‘Projeto Future-se’, que prevê, segundo a classe, a “liquidação do patrimônio, a autonomia e a democracia das universidades e institutos federais em detrimento dos interesses do mercado financeiro”.
Outro ponto de destaque é a revogação da Medida Provisória 914, publicada no apagar das luzes de 2019 para atacar a paridade na consulta pública para Reitoria de institutos federais e universidades.
A assembleia também definiu a representação técnica-administrativa para a Comissão Eleitoral que organiza a Consulta Pública para Reitoria e Vice, prevista para março de 2020.






