Da redação, AJN1
Subiu para 90 o número de casos confirmados de dengue em Sergipe até o momento. Cresceram também as notificações, foram mais de 350, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Com base no 2º Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), divulgado no último dia 21 de março, dos 75 municípios, 12 encontram-se com alto risco de infestação, 40 municípios com risco médio e 20 com baixo risco.
O aumento significativo da doença é de conhecimento da diretoria de Vigilância em Saúde, que afirma que em 2019 houve um aumento significativo das notificações, e a ocorrência de casos de dengue grave, além de um óbito. Dobrou o número de municípios com alto risco.
Tendo em vista o aumento dos casos, o Ministério da Saúde alerta que as vigilâncias de estados e municípios devem reforçar os cuidados para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
A dengue
Trata-se de uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Ela não tem tratamento específico. Sua incidência aumenta no verão, em dias quentes e úmidos.
O vírus que provoca essa doença pertence ao grupo dos arbovírus, que são passados por picadas de insetos, principalmente mosquitos. Existem quatro tipos de vírus da dengue.
Sintomas
Se você apresentar febre acompanhada de dor atrás dos olhos e na barriga, náuseas, coceira, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele ou dores nas articulações, procure uma unidade de saúde. Você pode estar com dengue, chikungunya ou zika.
O Ministério da Saúde alerta que muitas doenças têm sintomas parecidos, então é importante ficar atento aos primeiros sinais e procurar rapidamente uma unidade de saúde.






