Um incômodo que vai além da aparência, as varizes, que são veias dilatadas e tortuosas indicam problemas circulatórios, e se não tratadas podem evoluir para insuficiência venosa crônica, úlceras venosas, trombose entre outros problemas graves. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), as varizes atingem 45% das mulheres e 30% dos homens com idade acima de 30 anos, no Brasil. O médico sergipano e cirurgião vascular Fellipe Menezes retornou de São Paulo, onde se especializou na técnica ClaCs, que utiliza tecnologia de ponta possibilitando o tratamento das varizes sem cirurgia e sem dor.
Segundo o angiologista hoje se sabe que as varizes progridem com o tempo e o tratamento precisa ser imediato para evitar complicações mais sérias. Antes da ClaCs, durante décadas, a maioria dos casos era submetido a cirurgia tradicional ou flebectomia, onde as varizes são extraídas. É uma cirurgia segura, porém, está associada a algumas desvantagens como tempo longo de recuperação, necessidade de internamento e anestesia sistêmica, além de outros problemas, por isso a ClaCs revolucionou a área. “Com o auxílio da tecnologia, através de aparelhos de realidade aumentada, primeiramente, a pele é resfriada com ar gelado, sendo submetida em sequência ao laser transdérmico e as aplicações com esclerosantes ”, explica.
Com a tecnologia, o procedimento não tem dor, nem cortes e o repouso é curto, o que possibilita o retorno precoce das atividades diárias do paciente. “De fato essa técnica é mais eficaz pois possui menor dose de esclerosantes e número de sessões de aplicação. O nível ambulatorial é outro ponto a ser observado, pois não há necessidade de internamento ou anestesia sistêmica. Um avanço muito importante para área no Brasil e em Sergipe”, finaliza.
Fonte: Assessoria de Imprensa






