Porque sempre procuramos culpar alguém por nossos naufrágios?
Se erramos, vamos assumi-los, afinal quem não erra ou nunca errou?
Quando o tempo não está bom e mesmo assim resolvemos navegar,
E na tempestade o barco vira, a culpa é do mar revolto?
Claro que não, porque o mar e o barco servem como meio de transporte.
O mar separa lugares, mas, também serve para unir a quem está do outro lado.
Não devemos culpar ninguém pelos nossos medos.
Eles são nossos, e muitos são frutos de nossa imaginação.
Logo, vamos nos mirar bem, ver que apesar de nossos defeitos,
Que de “nós para nós” são muitos, mas, temos muitas virtudes.
O importante será focarmos nelas e deixar quem quiser que vejam nossos defeitos.
Mas, tenham certeza, que entre os nossos defeitos,
Temos a virtude de assumi-los sem querer transferi-los para ninguém.
Qua saibamos navegar nessa vida, deixando mais aparente nossas virtudes,
Nessa inquietante e sensorial quinta-feira!
Abraços
Jádson Ricarte
