No 2º trimestre de 2022, Sergipe adquiriu 93,4 milhões de litros de leite, aumento de 4,5% em comparação ao trimestre anterior e 24,1% na comparação ao 2º trimestre de 2021. Isso representa uma diferença de pouco mais de 18 milhões de litros de leite. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (6), pelo IBGE.
Já em âmbito nacional, a aquisição de leite, no 2º trimestre, obteve o pior resultado desde 2016, com 5,40 bilhões de litros de leite adquiridos, o que representou queda de 7,6% em relação ao mesmo período de 2021.
Na comparação entre os anos, houve reduções em 20 das 26 unidades federativas participantes da Pesquisa Trimestral do Leite. As quedas mais significativas ocorreram em São Paulo (-115,67 milhões de litros), Goiás (-98,62 milhões de litros), Minas Gerais (-95,81 milhões de litros), Rio Grande do Sul (-65,81 milhões de litros), Paraná (-22,07 milhões de litros) e Mato Grosso (-21,66 milhões de litros).
Em compensação, os acréscimos mais relevantes ocorreram em Sergipe (+18,18 milhões de litros) e Santa Catarina (+17,45 milhões de litros).
Segundo Hellie Mansur, coordenadora da pesquisa no estado, esse crescimento em Sergipe pode se dar pelo aumento da capacidade de processamento em estabelecimentos inspecionados que adquirem e processam o leite.
Ovos de galinha
Em Sergipe, a produção de ovos de galinha no 2º trimestre de 2022 foi de pouco mais de 5.9 milhões de dúzias.
No 2º trimestre de 2022, a produção de ovos de galinha foi de 5.990 milhões dúzias de ovos. Essa quantidade foi de 18 mil dúzias a mais se comparada com o 1° trimestre de 2021 e 15% maior na comparação com o 2° trimestre de 2021 (5.191 milhões de dúzias de ovos).
Em Sergipe, esse leve aumento na comparação entre os trimestres pode se dar pelo crescimento do número de cabeças de galinhas poedeiras, que era de 945.850 no 1º trimestre de 2022 e passou para 1.000.060 milhão no 2° tri.
Houve aumentos em 12 das 26 Unidades da Federação participantes da pesquisa. Os incrementos mais significativos ocorreram no Ceará (+3,0 milhões de dúzias), Minas Gerais (+2,73 milhões) e Tocantins (+2,17 milhões).







