ARACAJU/SE, 15 de maio de 2026 , 1:43:47

Comércio estima alta nas vendas do Dia das Mães

Da redação, AJN1

Neste domingo (12), é comemorado o Dia das Mães, e o comércio estima a maior alta das vendas dos últimos cinco anos. Levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revela que 78% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra no período — o dado fica bastante próximo dos 74% observados em 2018. Em todo o país, cerca de 111,5 milhões de consumidores irão às compras no próximo domingo. O valor médio do presente deve ser R$ 152,98, movimentando cifra próxima de R$ 24,3 bilhões nos segmentos do comércio e serviços.

Em Sergipe, a expectativa se renova concomitantemente aos dados nacionais apresentados pela CNDL e SPC. Para Brenno Barreto, que preside a CDL em Aracaju, o Dia das Mães já apresenta uma tendência de melhoras em compras se comparado ao mesmo período do ano passado.

“Vivemos uma instabilidade econômica, mas o Dia das Mães, nossa segunda melhor data para o comércio, aliado ao apelo das famílias no ato de presentear suas mães, transformam num período crucial as vendas e sinaliza projeção para os próximos meses”, acredita ele.

A pesquisa deste ano detectou um aumento de sete pontos percentuais na parcela de consumidores que pretendem desembolsar uma quantia maior na data: em 2018, apenas 19% dos consumidores acreditavam que iriam gastar mais com os presentes e agora, em 2019, o dado passou para 26% dos entrevistados. Outros 41% devem gastar a mesma quantia que em 2018, ao passo que 24% planejam gastar menos.

“A despeito de todas as dificuldades econômicas que o país atravessa, o brasileiro deverá ampliar os gastos no Dia das Mães, ainda que de forma tímida na comparação com o ano passado. As intenções de compra da data servirão de termômetro para o desempenho do comércio pelos próximos meses, principalmente, em um momento que o poder de compra das famílias continua sendo afetado pelo desemprego elevado e a renda achatada”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

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