As baratas, frequentemente consideradas insetos repugnantes, despertam aversão em grande parte das pessoas. No entanto, além da reação instintiva de querer esmagá-las, é importante considerar o papel que esses pequenos seres desempenham no ecossistema e as consequências de sua eliminação indiscriminada.
Por mais que haja vontade de pisar ou usar objetos para acertá-las, existem razões científicas e ecológicas pelas quais é preciso evitar tais atitudes. Para isso, o infectologista André Piraja esclarece que o que parece ser uma prática inofensiva, na verdade não é.
“De acordo com a Organização Mundial de Saúde [OMS], essa prática representa um risco para a saúde, principalmente quando realizada dentro de casa. Ao esmagar uma barata, liberamos uma grande quantidade de bactérias, fungos, vírus e outros microrganismos presentes no inseto. Existem estudos que associam essa prática a doenças como tuberculose, poliomielite, febre tifoide, conjuntivite, pneumonia, hepatite A e até hanseníase”, conta.







