“Vemos à beleza do mar,
Invadindo nossas salas,
Apesar da distância.
Como parece ser infinito,
Porque não conseguimos visualizar,
Onde Ele termina.
Parece ser imensamente livre,
Corre por onde quer.
Mas, não é bem assim.
Suas águas cada vez mais,
Estão presas num espaço delimitado.
De vez em quando,
Cansado de sua prisão,
E, contando com um forte aliado,
Arrebenta tudo,
E num ato de rebeldia desenfreada,
Solta-se dos grilhões.
Invade e destrói tudo à sua frente.
Como dizendo: ninguém me controla.
Ninguém manda em mim.
Sou o Senhor dono de meu destino.
E deixa para trás só destroços,
Leva tudo que encontra pela frente.
Ainda bem, que sua fúria dura pouco tempo.
Rapidamente se acalma novamente,
E deixa que voltemos a admirá-lo.
Com sua beleza espetacular”!
Abraços
Jádson Ricarte

