Vigilantes terceirizados da Fundação Renascer paralisam atividades

Da redação, AJN1

 

Sem receber os salários referentes ao mês de janeiro, funcionários da Brava Vigilância, que prestam serviços na sede da Fundação Renascer e nas unidades socioeducativas, permanecem paralisados e prometem só retornar ao trabalho após o pagamento dos valores em atraso. A greve começou na noite de ontem (17) e na manhã desta quinta-feira, os vigilantes e representantes da categoria realizaram um ato em frente à sede da Renascer no conjunto Médice II, em Aracaju.

 

A informação é que a Fundação Renascer teria atrasado em três meses o repasse dos valores do contrato com a empresa de vigilância, acumulando um débito de R$ 750 mil, e por isto a empresa ficou impossibilitada de pagar os salários dos funcionários.

 

Os vigilantes reclamam que o atraso de salários tem sido algo rotineiro nos últimos oito meses. Eles denunciam ainda que embora sejam contratados para cuidar da vigilância patrimonial, desempenham funções de porteiro, recepcionista.

 

Através da Assessoria de Comunicação (Ascom), a Fundação Renascer reconheceu dívida e informou que a situação já foi repassada para Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), que deverá disponibilizar os recursos até amanhã (19).