ARACAJU/SE, 15 de maio de 2026 , 0:42:14

Fortuna de bilionários brasileiros equivale a 15% do PIB do país

 

O patrimônio dos 280 bilionários brasileiros listados pela revista Forbes, cujo ranking foi divulgado neste mês, equivale a 15,35% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Em 2022, a riqueza produzida no país chegou a quase R$ 10 trilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Atualmente, o patrimônio somado dos bilionários da lista da Forbes é de R$ 1,5 trilhão. O PIB corresponde ao somatório de todos os produtos finais da economia do Brasil.

As empresas que mais geraram bilionários são a catarinense WEG, com 29 bilionários, seguida de Itaúsa e Grupo Suzano, com 11 e 8 bilionários, respectivamente.

Entre as dez empresas que mais contribuíram com novos bilionários aparecem ainda o Magazine Luiza (7), Rede D’Or (7), M. Dias Branco (6), Votorantim (6), CCR (5) e Amaggi (5). A décima posição é dividida por AB Inbev e 3G Capital (5).

Os setores de finanças (R$ 346,1 bilhões), bebidas (R$ 182,7 bilhões) e indústria (R$ 106,6 bilhões) foram os que mais criaram bilionários. Juntos, o patrimônio das três áreas soma R$ 635 bilhões — quase 42% do patrimônio total dos 280 bilionários listados na Forbes.

Confira a lista dos setores mais prósperos

Finanças — R$ 346,1 bilhões

Bebidas — R$ 182,7 bilhões

Indústria — R$ 106,6 bilhões

Tecnologia — R$ 89 bilhões

Diversos — R$ 87,3 bilhões

Investimentos — R$ 66,6 bilhões

Saúde — R$ 66,2 bilhões

Varejo — R$ 59 bilhões

Alimentos — R$ 51,5 bilhões

Medicamentos — R$ 43 bilhões

Agronegócio — R$ 40,1 bilhões

Papel e celulose – R$ 35,5 bilhões

Cosméticos — R$ 33,4 bilhões

Comunicação — R$ 34 bilhões

Construção — R$ 27 bilhões

Energia — R$ 21,7 bilhões

Educação — R$ 19,5 bilhões

Agroenergia — R$ 18,3 bilhões

Farmácias — R$ 17,2 bilhões

Petroquímica — R$ 16 bilhões

Infraestrutura — R$ 14,6 bilhões

Siderurgia — R$ 14,4 bilhões

Locação de veículos — R$ 14,1 bilhões

Fertilizantes — R$ 13,9 bilhões

Shopping centers — R$ 12,1 bilhões

Calçados/móveis — R$ 12 bilhões

Transportes — R$ 9,8 bilhões

Seguros — R$ 9,3 bilhões

Calçados — R$ 8,7 bilhões

Serviços — R$ 8,3 bilhões

Pagamentos — R$ 7,6 bilhões

Varejo — R$ 6,8 bilhões

Madeira — R$ 5 bilhões

Combustíveis — R$ 4 bilhões

Atacado — R$ 3,5 bilhões

Turismo — R$ 2,7 bilhões

Locação equipamentos — R$ 2,2 bilhões

Química — R$ 2 bilhões

Moda — R$ 1,9 bilhão

Gestão ambiental — R$ 1,4 bilhão

Carnes — R$ 1,3 bilhão

Segurança – R$ 1,1 bilhão

Telecomunicações — R$ 1 bilhão

 

Fontes: Revista Oeste e Agência Estado

 

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