O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi designado para relatar e analisar as ações que envolvem os pedidos de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master.
Com o ministro, há ações apresentadas pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), pelo deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) e por outros parlamentares de oposição.
O magistrado terá o poder de destravar ou arquivar uma das principais frentes de pressão política e econômica que miram a instituição financeira nos bastidores do Congresso e do Judiciário.
A decisão de André Mendonça definirá se as suspeitas que orbitam o Banco Master serão debatidas sob o holofote político e midiático de uma CPI ou se a apuração permanecerá restrita aos canais jurídicos e sigilosos tradicionais.
Flávio Bolsonaro e líder da oposição assinam pedido de criação de CPMI do Banco Master
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), e os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Fabiano Contarato (PT-ES) assinaram o requerimento de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as fraudes ligadas ao Banco Master. A informação foi divulgada nas redes sociais pelo senador Carlos Viana (PSD-MG).
No último dia 13, Viana disse ter protocolado o pedido no Congresso Nacional. “Está oficialmente aberto para assinaturas o pedido de criação da CPMI do Banco Master no Congresso Nacional. Quem não deve não teme CPMI”, escreveu, na ocasião.
Segundo o senador, os líderes do governo no Senado e na Câmara ainda não assinaram o pedido, assim como os demais parlamentares governistas.
“O governo terá que decidir: apoia uma investigação ampla e sem blindagem… ou continuará apenas no discurso político?”, completou.
Fonte: R7






